quinta-feira, 24 de maio de 2012

ATUALIZAÇÃO/CORREÇÃO

26/maio – 9h30 às 12h30
Mesa redonda Mulheres e Produção Literária
- Anna Beatriz Paula (UFPR)
- Beatriz Polidori Zechlinski (UFPR)
- Lucia Cherem (UFPR)
- Coordenadora da mesa: Ana Paula Vosne Martins (UFPR)

quarta-feira, 25 de abril de 2012

PROGRAMAÇÃO DA PRIMEIRA JORNADA DE PESQUISA DO GRUPO "MULHERES E PRODUÇÃO CULTURAL"


 
PROGRAMAÇÃO DA PRIMEIRA JORNADA DE PESQUISA DO GRUPO
MULHERES E PRODUÇÃO CULTURAL” 25-26 de maio de 2012

Coordenadora : Dra. Miriam Adelman, Programa de Pós-graduação em Sociologia, UFPR.
Vice coordenadora: Dra. Anna Beatriz Paula, SEPT, UFPR.


Sexta-feira, 25 de maio

Sessão 1. 9:00-12:00
Expositoras:
Cleusa Gomes, UNILA. “Gênero e práticas intersexuais no cinema latino americano”

Alexsandra Piasecka-Till, UFPR. “Atlas de bolso das mulheres” de Sylwia Chutnik: Intertextualidade, interdiscursividade e gênero social.”

Natália de Santana Guerellus, UFPR. “ Como um castelo de cartas: A construção da memória sobre a trajetória política de Rachel de Queiroz

Daniele Shorne de Souza, UFPR. A CIDADE DAS DAMAS E O SEU TESOURO: A PROBLEMATIZAÇÃO DA FEMINILIDADE POR CRISTINA DE PIZÁN NA FRANÇA DO INÍCIO DO SÉCULO XV

Joana Pupo, UEPG. “A INVISIBILIDADE DA AUTORIA FEMININA NO ROMANTISMO INGLÊSA EXIGÊNCIA DE UMA MUDANÇA DE PARADIGMA

Coordenadora da sessão: Ana Paula Vosne Martins, DEHIS/UFPR.

Sessão 2. 14:00-16:00

Flora Morena Maria Martini de Araújo. PARA ALÉM DE SOPHIE: A CONSTRUÇÃO DO MODELO FEMININO NAS OBRAS LES CONVERSATIONS D´EMILIE, DE MADAME D´ÉPINAY, E CORINNE, DE MADAME DE STAËL

Silvana Scarinci, PPGMúsica/UFPR.Dido, Didon, Didone: três diferentes representações da personagem feminina de Virgílio em óperas do século XVII inglesa, francesa e italiana.”

Anadir dos Reis Miranda, DEHIS/UFPR. “Mary Wollstonecraft e a produção de romances sentimentais na Inglaterra Setecentista”



Coordenadora da sessão: Miriam Adelman, DECISO/UFPR.

Sessão 3. 16:30- 18:00

Maria Josele Bucco-Coelho, UFPR “Entre lugares discursivos: a ressemantização do sujeito subalterno na ficção histórica contemporânea”.

Miriam Adelman, DECISO/UFPR e Renata Senna Garrafoni, DEHIS/UFPR. “Escritoras da Geração Beat”.

Milena Costa de Souza, FAP. “Encontros Teóricos e Prática Artística: as teorias feministas e pós-colonial e o desenvolvimento da poética de Kara Walker”.

Coordenadora da sessão: Anna Beatriz Paula (SEPT, UFPR)

Local de sessões 1, 2 e 3: Sala da Pós-graduação em Sociologia (Rua General Carneiro, 460 9 andar)

Evento cultural: Homenagem à escritora e poeta Adrienne Rich, com leitura bi-lingue de poesias e discussão sobre a obra dela.
19:00 – 21:00 horas
Local: A ser confirmado!

Sábado, 26 de maio

Mesa Redonda: As Mulheres e a Produção Literária.
Local: Sala da Pós-graduação em História (Rua General Carneiro, 460, 6o andar)

Expositoras:

Beatriz Polidori Zechlinski, “Amizade e Criação Literária no Século XVII: Observações sobre os laçosafectivos entre Madame de La Fayette e Gilles Ménage.”

Anna Beatriz Paula, “Exílio e deslocamentos em Fasting and Feasting, de Anita Desai”

Coordenadora: Ana Paula Vosne Martins (DEHIS, UFPR)

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Paulina Chiziane no Brasil!

http://www.geledes.org.br/patrimonio-cultural/literario-cientifico/literatura/literatura-africana/13823-novelas-brasileiras-passam-imagem-de-pais-branco-critica-escritora-mocambicana

Brasília - "Temos medo do Brasil." Foi com um desabafo inesperado que a romancista moçambicana Paulina Chiziane chamou a atenção do público do seminário A Literatura Africana Contemporânea, que integra a programação da 1ª Bienal do Livro e da Leitura, em Brasília (DF). Ela se referia aos efeitos da presença, em Moçambique, de igrejas e templos brasileiros e de produtos culturais como as telenovelas que transmitem, na opinião dela, uma falsa imagem do país.
"Para nós, moçambicanos, a imagem do Brasil é a de um país branco ou, no máximo, mestiço. O único negro brasileiro bem-sucedido que reconhecemos como tal é o Pelé. Nas telenovelas, que são as responsáveis por definir a imagem que temos do Brasil, só vemos negros como carregadores ou como empregados domésticos. No topo [da representação social] estão os brancos. Esta é a imagem que o Brasil está vendendo ao mundo", criticou a autora, destacando que essas representações contribuem para perpetuar as desigualdades raciais e sociais existentes em seu país.
"De tanto ver nas novelas o branco mandando e o negro varrendo e carregando, o moçambicano passa a ver tal situação como aparentemente normal", sustenta Paulina, apontando para a mesma organização social em seu país.
A presença de igrejas brasileiras em território moçambicano também tem impactos negativos na cultura do país, na avaliação da escritora. "Quando uma ou várias igrejas chegam e nos dizem que nossa maneira de crer não é correta, que a melhor crença é a que elas trazem, isso significa destruir uma identidade cultural. Não há o respeito às crenças locais. Na cultura africana, um curandeiro é não apenas o médico tradicional, mas também o detentor de parte da história e da cultura popular", detacou Paulina, criticando os governos dos dois países que permitem a intervenção dessas instituições.
Primeira mulher a publicar um livro em Moçambique, Paulina procura fugir de estereótipos em sua obra, principalmente, os que limitam a mulher ao papel de dependente, incapaz de pensar por si só, condicionada a apenas servir.
"Gosto muito dos poetas de meu país, mas nunca encontrei na literatura que os homens escrevem o perfil de uma mulher inteira. É sempre a boca, as pernas, um único aspecto. Nunca a sabedoria infinita que provém das mulheres", disse Paulina, lembrando que, até a colonização europeia, cabia às mulheres desempenhar a função narrativa e de transmitir o conhecimento.
"Antes do colonialismo, a arte e a literatura eram femininas. Cabia às mulheres contar as histórias e, assim, socializar as crianças. Com o sistema colonial e o emprego do sistema de educação imperial, os homens passam a aprender a escrever e a contar as histórias. Por isso mesmo, ainda hoje, em Moçambique, há poucas mulheres escritoras", disse Paulina.
"Mesmo independentes [a partir de 1975], passamos a escrever a partir da educação europeia que havíamos recebido, levando os estereótipos e preconceitos que nos foram transmitidos. A sabedoria africana propriamente dita, a que é conhecida pelas mulheres, continua excluída. Isso para não dizer que mais da metade da população moçambicana não fala português e poucos são os autores que escrevem em outras línguas moçambicanas", disse Paulina.
Durante a bienal, foi relançado o livro Niketche, uma história de poligamia, de autoria da escritora moçambicana.".
Edição: Lílian Beraldo
Fonte: Agencia Brasil

quinta-feira, 22 de março de 2012

31.03.2012

I CICLO DE DEBATES DO NÚCLEO DE ESTUDOS DE GÊNERO

Convidamos para o I Ciclo de Debates do Núcleo de Estudos de Gênero que começará no dia 31/03/2012. Este evento visa difundir e aprofundar o debate de gênero na UFPR e comunidade, tratando de temáticas relativas à violência de gênero, ao mercado do sexo, à produção cultural e às políticas de gênero.

Local: Sala 612 do Departamento de História da UFPR
Prédio D. Pedro I - Campus Reitoria

                                                 PROGRAMAÇÃO
31/março - 9h30 às 12h30

Mesa redonda Violência de Gênero
- Ricardo Marinelli (Coletivo Couve-Flor)
- Luci Aparecida Rocha Lubel (Rede de Atenção à Mulher em Situação de Violência em Curitiba)
- Coordenadora da mesa: Marlene Tamanini (UFPR)

 28/abril – 9h30 às 12h30
Mesa redonda Mercado do Sexo
- Apresentação do documentário Programa de Senhoras (Olho Vivo, 2005)
- Larissa Pelucio (UFSCar)
- Coordenadora da mesa: Miriam Adelman (UFPR)

 26/maio – 9h30 às 12h30
Mesa redonda Mulheres e Produção Literária
- Anna Beatriz Paula (UFPR)
- Beatriz Polidori Zechlinski (UFPR)
- Coordenadora da mesa: Ana Paula Vosne Martins (UFPR)

 30/junho – 9h30 às 12h30

Mesa redonda Políticas de Gênero
- Janaína Xavier do Nascimento (UTFPR)
- Silvana Aparecida Mariano (UEM)
- Coordenadora da mesa: Marlene Tamanini (UFPR)
O evento terá 40 vagas.

As inscrições deverão ser realizadas até dia 31 de março  através do e-mail lennitaruggi@hotmail.com

OBSERVAÇÃO:  A mesa redonda do dia 26 de maio fará parte da PRIMEIRA JORNADA DE PESQUISA DO GRUPO DE PESQUISA "Mulheres e Produção Cultural".  Maiores informações em breve!